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Nome: Lina Reis
Idade: 23 anos
Signo: Touro
Cor: Gelo
Comida: Aquela que eu gosto
Bebida: Aquela que eu bebo
Livro: Aquele que eu leio
Filme: Aquele que eu penso
Som: Aquele que te toca
Imagem: Aquela que eu vejo
Ideal: Aquele que eu quero
Lugar: Esse que eu estou...

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Sábado, Maio 24, 2008

Algumas oportunidades não devem ser perdidas - diz o lado racional do meu cérebro.
Algumas oportunidades não podem ser perdidas - diz o lado emocional do meu eu.

Se cada uma dessas oportunidades nos dessem 3 meses de experiência, certamente não entrariamos em um barco furado. Pelo menos, não teriamos tempo de furar o barco ou seria de furarem o nosso mais novo iate?

Se mais.


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Sábado, Julho 28, 2007

Mais um momento que passa sem ir embora de fato. A faculdade acabou e eu ainda me sinto no 1° período. Mercado de trabalho? Sim, sim, obrigada. Futuro? Boa pergunta.

Alguém poderia me ajudar com esta resposta? Acho que vou pedir ajuda aos universitários.


Até.


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Quinta-feira, Outubro 05, 2006

O livro que você lê reflete muito do seu momento.
A roupa que você veste traduz exatamente o seu humor.
A atitude das pessoas ao seu redor mexe com você.
Sua forma de encarar a vida pode ser resumida por uma boa gargalhada.
Querer não ter problemas é não pensar neles.
Não pense.
Pense apenas em não pensar em nada.


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Sábado, Agosto 26, 2006

Ando muito relapsa com tudo. Admito que estou simplesmente vendo as coisas passarem na minha frente sem muito agir junto à elas. Não que eu esteja parada apenas olhando, mas estou me sentindo assim, relapsa. Creio ser esta uma boa palavra para resumir minhas atitudes frente à boa parte das coisas.

Faculdade, família, amigos, lazer, tudo está um pouco de lado ultimamente.

Pois é, ando tão relapsa com tudo que poderia até mesmo dizer que estou relapsa com o próprio tempo. Diria até que este passou a me deixar um pouco de lado, não se importando muito se correr está sendo bom ou não. Alias, não me pediu permissão para correr, muito menos voar.

Ando muito pensativa quanto às coisas que preciso fazer e acabo tendo que admitir a mim mesma que não tenho tempo. Nem me lembro mais a última vez em que parei para ouvir a minha respiração (e olha que recentemente fiz uma viagem que, na teoria, me fez relaxar).

É muito estranho se sentir jovem e ao mesmo tempo pensar em tantas responsabilidades. Na verdade, mais estranho ainda é lembrar que todas as resposabilidades que pensei são intrinsecas à minha pessoa. Diria: putz!

Fico lembrando dos dias em que era uma adolescente sem muitas obrigações e logo depois vou até o futuro e imagino quando for uma profissional de mercado com a agenda, certamente, mais cheia ainda. Fico oscilando entre um pensamento e outro e acabo parando na atualidade. Mais uma vez diria: putz!

Mas admito gostar muito da correria do dia-a-dia. Por mais rotineiro que seja nunca é em nada parecido. Só pelo fato de pensar em uma roupa diferente a cada manhã já me sinto vivendo o novo. E vou dizer, eu adoro o novo.

Bem, vou ficando por aqui. Mais uma vez não possui muito sentido o que escrevi, porém não deixa de ser algo novo. E como já mencionei no parágrafo anterior...



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Quarta-feira, Julho 05, 2006

Começar uma anotação em função dos problemas pessoais, não é das tarefas mais fáceis. Mas quando a gente se pega pensando repetidamente nas coisas, nada melhor do que desabafar um pouco com um pedaço de papel (mesmo que este seja virtual).

É tão bom poder contar com as pessoas quando a gente esta pra baixo ou precisando daquele abraço apertado carregado de energias positivas. Conversar, desabafar é sempre uma ótima opção também. Admito que estou em uma fase solitária (por opção), sem contar muito do que vivo ou sinto às pessoas. Apesar de contar com pessoas maravilhosas ao meu redor, tenho preferido me manter calada, para evitar problemas.
Só que sempre chega aquele dia em que a gente não consegue segurar o choro ou as energias pulsantes internas e acaba se sentindo pequena e insegura. Tudo o que passa pela cabeça é a pena de si mesma e choro sai sem você ter dado ordens às lagrimas. Alias, você certamente deu ordens para que elas ficassem na delas, mas como elas são desobedientes elas acabam partindo sem dizer tchau.

Ainda assim você esbarra no caminho que não é seu, passa como se estivesse correndo por uma estrada que ninguém sabe onde vai dar, mas você olha e vê um rumo diferente para todas as coisas. Ai chega o desafio, o medo, mas acima de tudo, a vontade. Nesse mesmo caminho você começa a encontrar pessoas e lugares que você nunca imaginou passar e tudo isso acaba te fazendo repensar sobre seus conceitos, seus credos, seus sonhos. Nessa hora você vê que a vida não passa de uma grande brincadeira de adivinhações, misturada com cabra-cega e pique-pega.

Desculpe-me se as palavras e historias estão saindo tão desconexas, mas é exatamente assim que estou tentando reorganizar as coisas. Reformular o pensamento e coloca a cabeça no lugar para seguir as regras do jogo e evitar os erros e não ser pega desprevenida. Vivendo e aprendendo.

E nesse momento eu volto a dizer que é bom olhar para o caminho que você resolveu tomar e descobrir pessoas importantes na sua vida em tão pouco tempo. Pessoas que te fazem sorrir só de olhar para você. Pessoas que te fazem bem só por estarem por perto. Pessoas que te fazem fechar os olhos e tentar sentir de longe o cheiro delas. Pessoas que você admira imensamente como pessoas mesmo quando mal as conhece. Pessoas que te fazem ter a certeza de que o tempo não significa nada se olharmos para trás e virmos que nos conhecemos ontem. É nessa hora que eu (e nesse caso digo eu, Lina, Ana Carolina) vejo o quanto as coisas realmente não acontecem por acaso e o quão importante pode ser o poder de uma decisão tão simples como escolher uma rua a seguir ou, no caso, que caminho deixar para trás.

Apesar dos problemas rotineiros, como o mundo inteiro neste exato momento também possui, me sinto bem. Ao menos recompensada por saber que não estou sozinha, mesmo quando me coloco nesta condição, ou que posso contar com olhares confortantes que me dizem mais que mil palavras e abraços que me energizam mais que dançar durante horas.

E então eu volto para o ponto inicial de toda a historia. Pensar repetidamente em um mesmo assunto pode ser muito bom para se lidar com as aflições do dia-a-dia e pensar que posso contar ccom algumas pessoas é melhor ainda. =)





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Quarta-feira, Junho 28, 2006

Anúncio: Precisa-se de atualizações.

Resposta: Estarei de volta m breve! Estou apenas tirando umas ferias da realidade.



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Segunda-feira, Junho 12, 2006

Dia dos Namorados.

Um dos dias mais marketeiros do ano, se não contarmos com a ascensão do Dia do Amigo. Dia das mães, Dia dos Pais, tudo bem. Até podemos considerar datas interessante de lembrar de tudo o que eles fazem ou fizeram por nós e tentar retribuir de alguma forma. Mas Dia dos Namorados?

Tudo bem, isso soa perfeitamente bem como discurso de uma solteira. Mas não digo isso fazendo referência a respeito da data ou da comemoração em si, mas sim da forma como as pessoas colocam a data e sua importância material.

Nesse dia de hoje todos os casais se sentem na obrigação moral de comprar presentes caros e agradar as pessoas que estão ao seu lado e ainda tem a coragem de dizer que tudo isso é por carinho que sente um pelo outro. Ah! Assim, eu não agüento! E desde quando dar presentes obrigatórios significa gostar mais de alguém? Tem alguma coisa muito errada nos conceitos atuais de carinho e afeto de casal.

No dia de hoje, todos aqueles que tem alguém especial deveriam se preocupar em apenas olhar nos olhos um do outro e ver o quão gostoso pode ser ver dentro do outro tudo aquilo que ele sente por você. Deveriam dar as mãos e sentir o calor que passa de um corpo para o outro e em como isso dá uma sensação maravilhosa de afeto. Deveriam se abraçar bem apertados, de modo que ele a envolvesse e a protegesse e ela apertasse seu corpo contra o dele e se sentisse a pessoa mais segura do mundo. Deveriam sair do abraço e se olharem novamente e depois sorrir um para o outro e sem mesmo sentir que estão sorrindo, já que tudo aquilo que sentem é tão forte e tão bonito que nem mesmo percebem suas próprias reações. E depois de tudo isso trocarem um beijo sincero, em que no exato momento o mundo parasse e ambos pudesse sentir uma energia tão gostosa, quanto, certamente, deve ser o nirvana.

Ou poderia ser também aquela cena de filme, onde o mocinho beija a mocinha e ela levanta um pé do chão durante o beijo! È clichê, mas é uma graça!

Ops! Desculpe-me! Perdi o fio da meada! Voltemos ao ponto...

Uh-hum (pigarreando)... Realmente acredito que o dia de hoje poderia ser muito melhor explorado pelo lado sensível da coisa.

Vi alguns casais de amigos discutindo sobre o que ele vai comprar para ela, por eles terem que sair para comprar o presente no dia tal, por terem que gastar muito dinheiro com o presente porque se for algo barato não terá valor.

Veja só como há uma inversão de valores no dia de hoje. O que deveria ter valor real não tem e o que poderia ser apenas um complemento de uma troca de carinhos (como flores, ou chocolates, ou cartões, ou mensagens) passa a ser quase mais importante que a presença da pessoa ao seu lado.

Como essa vida é estranha, às vezes, e como nós publicitários/ marketeiros somos cruéis! Se for pensar bem, as formas de comunicação massiva da história ai podem até mesmo destruir um relacionamento! Olha isso: seu namorado foi em uma loja e comprou de presente para você uma blusa... Pequena demais. O que você entende? Ele não sabe o quanto eu visto/ eu estou gorda. Ou grande demais, sendo o resultado: ele pensa que eu sou uma baleia? E ainda tem a possibilidade de você não se identificar em nada com o presente e você acreditar que ele no mínimo poderia conhecer você e seu gosto um pouco melhor. Para os namorados, não deixa de ser parecido.

Meu questionamento não é o fato de comemorar ou não o dia em si. Acho lindo ver os casais felizes pelas ruas no dia ¿deles¿. O que me vem em mente é que todo dia é Dia dos Namorados, já que quando se ama alguém não precisa ter data, hora ou local para sorrir sem se dar conta. O importante é estar feliz ao lado de quem ama e agradecer a cada minuto a presença daquela pessoa tão importante ao seu lado.

Feliz Dia dos Namorados a todos e sorriam sem se darem conta, ok?


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Terça-feira, Maio 23, 2006

Olá,

Como vai você? Tudo bem? Ah, sim, comigo está tudo ótimo! Atualmente tenho feito tantas coisas interessantes que até esqueci um pouco do que se trata a palavra rotina. O que não é nada mal para uma mulher como eu. Oh meu Deus, que gafe! Peço desculpas, deixe eu me apresentar: Muito prazer, Becky Bloom! (cumprimento de mãos)


Eu poderia facilmente me identificar dessa forma e não soaria tão estranho assim. É engraçado quando você lê um livro e se identifica com a personagem no momento atual da sua vida. Ok, normalmente, trata-se de uma forçação de barra psicológica para dizer: "Oh, que legal, como eu pareço com ele(a)". Mas neste caso, realmente, tenho que admitir que, apesar do vício tenebroso de comprar (ok,ok desculpe-me, mas eu sou mulher, ora bolas!) compulsivamente (ops! Hehe...), eu realmente estou numa fase muito "Becky".

Li recentemente o primeiro livro de Sophie Kinsella e pretendo em breve (assim que o dia passar a ter pelo menos 48h, já que 24h não estão sendo suficientes) a continuação do mesmo. Que, aliás, acredito ser tão interessante, quanto o primeiro livro.

A chave da história esta no crescimento pessoal e profissional que ela mesma não consegue identificar ou acreditar, poderia dizer também. Quando você se pega falando coisas sem sentir e vê que tudo aquilo faz sentido e está de acordo com o que você precisa para o momento, aí está: você cresceu. Não tem mais volta, meu bem! Hora de seguir em frente.

Fases da vida que mostram, de fato, que devemos acreditar em nós mesmos... Momentos reflexivos (sempre, aliás) e transitórios do mundo particular de cada um. Coisa que muitas vezes deixamos escapar num piscar de olhos ou , simplesmente, num olhar distante. Fica ai uma dica: você pode, de verdade. E eu também.

Beijos,

Becky Reis - Lina Bloom - Becky Bloom - Lina Reis


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Sexta-feira, Maio 19, 2006

De: Ana Carolina Reis
Enviada em: sexta-feira, 19 de maio de 2006 14:15
Para: Frighetto, Denver V
Assunto: RES: Booom Diaaaa

(...)

Tbm sou amante de olhos e olhares. Alias, adoro olhos pequenos, acho que eles trasmitem (por incrivel que pareça) algo de carinhoso, de doce, de romantico e até de poético heheh. Eu acho que desde que me entendo por gente eu tenho essa fixação por olhos pequenos... Alias quaisquer tipos de olhos, mas gosto deles pequinininhos. Tenho mania de observar os olhos das pessoas nas ruas, ainda mais quando estou sozinha. Alias, gosto de observar as pessoas no meio das ruas e ver as reações de cada uma. Da pra imaginar cada historia....

Alias, imagina quantas histórias não estão no meio das ruas nesse exato momento? Quantas pessoas muito felizes, quantas pessoas muito tristes, quantas pessoas muito apressadas ou muito ansiosas. Ou quantas pessoas muito tranquilas e sem ter o que fazer e quantas pessoas pensando em outras pessoas, além das pessoas apaixonadas e as pessoas desiluidas com a vida que seguem levando... É muito louco pensar nisso tudo. Às vezes, entro um pouco em paranóia com isso, mas logo volto ao meu mundinho e acabo só pensando na minha pessoa... Huahuauahuah... Normal, somos todos um pouco egocentricos, ahuauahua!

Quanto a estar "apaixonada" acho que essa é uma palavra muito forte, maaaaas digamos que eu esteja com sintomas de uma pessoa feliz e romanticamente envolvida consigo mesma e com seus sonhos. (Nossa bonito isso hein?) (Huhaua)

Concordo com você quando diz que ficar idealizando as pessoas não é a melhor coisa do mundo, mas só pelo fato de começar a ficar criteriosa demais na busca pelo amor perfeito. Fora isso, admito que me faz muito bem. Acho que já me conformei com o fato de estar apaixonada pelo vento constantemente, porque sempre que me apaixono por alguém é alguem que eu criei na minha cabeça... Essa é a parte ruim da historia, porque nunca estou muito satisfeita com meus romances ou, quando estou devidamente bem com alguém, esse alguem resolve não estar bem comigo e não dá certo. Bom essas histórias você já conhece todas né... Huahuahuha! Ôh se conhece! Há pelo menos uns 5 anos! Mas provavelmente é mais!

Bem Bradenver, acho que pra esse e-mail já escrevi bastante e filosofei bastante! Huahuhua... "Oh, mundo cruel, mande-me meu principe em seu carrão branco importado logo!"

Huahuahuahuahua!!!

Bjux,

Lina

Para: Ana Carolina Reis
Assunto: RES:RES: Booom Diaaaa

Ai Angelininha, é tão lindo o jeito que se expressa, porque sinto muita verdade em tudo que fala...

Eu gosto de olhos escuros para ficar observando, mas não dispenso um azul ou verde, olhos claros são diretos, olhos escuros são misteriosos.

Eu fico viajando assim não com as pessoas nas ruas, mas com os aviões que passam diariamente e toda hora tanto em casa como na empresa, fico pensando, puxa para onde estão indo, quem está lá dentro, o que estão fazendo... Essas coisas, que nunca encontrarei respostas... hahahaha

Às vezes me pego pensando o que seria se não fosse eu, Bradenver (hihihihi) ai minha mente trava e não encontro resposta nenhuma, tem coisa que não devemos nem tentar entender, porque só Deus sabe, e não devemos tentar entender, porque se não vamos pirar na batatinha.

Fico observando de vez em quando, ao estar sozinho e vejo a todos ao meu redor, e fico me perguntando porque faz ou deixa de fazer aquilo.

Já fui muito egoísta Angelininha, mas agora não sou mais porque as pessoas sempre me pedem ajuda, no que for, e acho isso ótimo, porque a casca humana egocêntrica, caiu de mim, e posso ver os outros com olhos espirituais, graças a Deus...

Foi muito profunda uhuuuuuu hahahahah!

Talvez você esteja atrás de uma Ana Carolina de cabelo curto se é que me entende... Peça sim um homem do jeito que você gostaria, mas não se esqueça que cada um é particular em alguns atos, atitudes e tal...Você esta a procura de alguém igualzinho a você, quando deveria prestar atenção nas diferenças que poderiam te agradar, não sei algo do tipo respeito pelo outro, mesmo não sendo totalmente do jeitinho que você gostaria, mas que de alguma forma de cativa, mesmo não sendo um sonho real...

Puxa Angelininha não sei como te explicar isso não. Ao invés de querer tudo igualzinho a ti, para que seja sua área de conforto, tente se adaptar à algo um pouco diferente de ti, mas que ao mesmo tempo te cative... mais menos assim....

Acho-te muito insegura nos passos que dá, provocando medo de vez em quando...
Não tenha medo de errar, depois ninguém pode chegar e falar que você não tentou...
O pior perdedor é aquele que não tenta...
Iria te falar algo, mas deixa...

Denver Vinicius Frighetto



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Sábado, Março 25, 2006

Cara um pouco renovada ao Blog.

Por hora, apenas algum tipo de atualização (até onde meu ego é capaz de chegar?) para meu ponto de encontro com algumas (poucas) pessoas. Em breve, novos contos, fatos, sonhos e críticas. Não tenho tido muito tempo de respirar nesses últimos dias. Vida dando suas guinadas e ao mesmo tempo estagnada no mesmo lugar. Contraditório? Sim, sempre.

Alias, esta sou eu. Prazer, Lina Contradição Reis.


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Sexta-feira, Fevereiro 17, 2006

Não gostei do meu último post. De fato, ficou muito pessoal e pouco filosófico. Gosto de escrever de forma mais ¿bonitinha¿, com frases interessantes e coisas que possam fazer a pessoa entrar um momento (nem que seja um segundo) de reflexão. Tudo bem que estou longe de ser uma terapeuta ou algum tipo de psicóloga, mas gosto de escrever coisas que, ao menos quando eu leio, possa ficar por algum tempo registrado na memória.

Gosto de pessoas inteligentes. Gosto de conhecer pessoas com desenvoltura e que tenham assunto de verdade para se discutir. Gosto de falar sobre livros que li, de filmes que vi, de momentos que vivi. Gosto de usar minha inteligência para coisas proveitosas. (...) Estou comentando isso, pois a poucos dias atrás, quando ia para o meu trabalho, lendo ¿Ponto de Impacto¿ de Dan Brown, sentou-se um senhor de meia idade ao meu lado e assim que teve a oportunidade (próximo do término da minha viagem) puxou assunto sobre o livro que eu estava lendo e, assim, acabamos desenvolvendo uma conversa sobre o autor e seus livro um tanto intrigantes.

Às vezes, por exceço de tarefas diárias ou por pouca probabilidade física (entenda-se: preguiça) de se estabelecer um contato maior com pessoas mais agradáveis intelectualmente falando, acabo me envolvendo apenas com o de costume: minha rotina. E, invariavelmente, eu acabo estagnada nos meus conhecimentos, desenvolvendo pouco a minha própria mente e meus interesses pessoais. Sim, isso é uma droga! Chega-se a um ponto da história em que é lamentável falar sobre os mesmo assuntos, pensar nas mesmas coisas, agir sempre da mesma forma, olhar com os mesmo olhos.

É neste exato momento que me lembro da frase colada no meu espelho (por mim mesma), em casa: ¿Pare de olhar para o espelho. Olhe pela janela.¿ É uma frase bem interessante, do ponto de vista ¿filosófico¿ que tanto gosto, mas nem sempre eu olho para ela colada lá em cima, no espelho. A rotina de olhar o meu reflexo sempre às pressas, devido ao pouco tempo diário (sim, 24h a cada dia se tornam menores), acaba por me deixar um pouco menos reflexiva com as coisas belas que podemos ver de uma janela. Claro, seja esta tangível, seja esta a janela da alma.

É, eu realmente gosto de enxergar a vida com outros olhos. (...) E eu realmente gosto da companhia de pessoas inteligentes. Me faz sentir um pouco mais produtiva, um pouco mais viva. Me faz sentir mais inteligente e me mostra os outros pontos de vista das janela vizinhas.

Me faz bem.



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Sexta-feira, Fevereiro 10, 2006

Tirando estes pequenos detalhes de shows e modestos eventos (hehe), falemos de filme.

Gostaria de entende ro por quê de tanta euforia e agitação em cima de um filme tão, uh, tão, como poderia dizer, sem enredo? Talvez esta não seja a melhor expressão (até por que não sou formada em cinema e menos ainda em letras), mas convenhamos que mais uma vez por falta de assunto (ou de filme que realmente valha o elogio) estão fazendo um rebuliço danado em cima de algo que não vale tanto à pena assim. Assisti ao filme "O Segredo de Brokeback Mountain" e, sinceramente, não achei isso tudo. Ok. O filme é nota 10 em fotografia, a trilha sonora é boa e sim a atuação dos protagonistas é realmente de tirar o chapéu, mas como um todo, o filme é fraco. Nos primeiros 30 minutos você vê tudo aquilo que deveria ser contado em 2 horas. Sim, 30 minutos e o filme, a meu ver, se acaba. O resto é enrolação. Muitos detalhes (às vezes nem tão detalhes assim) são esquecidos, algumas coisas de continuidade do filme são deixadas para trás e bem, se passaram no mínimo 20 anos (e não foi somente isso) até as últimas cenas... Como de 1963 para 1983 (creio eu que mais) o figurino é exatamente os mesmo? Não é um pouco estranho a moda manter a mesma em 20 anos? Estranho...Suspeito. Bom, pelo menos questionável. Enfim, não acho que o filme valha tantos comentários, à não ser pelo tema abordado, que sim é polêmico.

Tudo bem, não me entendam mal ou achem que não gostei do filme por aquele preconceito subconsciente que existe dentro de cada um de nós. Apenas achei o filme longo demais já que foi tão bem resumido nos minutos iniciais. A história poderia ter sido contada mais lentamente para não precisar passar tanto tempo num mesmo ponto, fazendo a mesma coisa, vendo o mesmo lugar.

É talvez esse tenha sido o exato intuito do diretor ou do escritor, mas... Não sei. Esperava mais.

Mudando de assunto mais uma vez... Queria escrever um pouco do meu momento carência mais uma vez. Mas admito que ontem eu estava um pouco mais poética/ melosa/ carente/ chata para externalizar algumas palavras sobre o assunto. Mas hoje a história é outra. Não que eu tenha mudado muito de humor, mas simplesmente não estou lá muito a fim de falar de amor. Queria mesmo era senti-lo. Mas isso fica pra uma próxima página, quem sabe?


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Quinta-feira, Fevereiro 09, 2006

Olá !


Nossa, eu estou a tanto tempo sem escrever que já estava até esquecendo que tinha blog! Mas eu não vivo muito tempo no esquecimento... Admito que estou a dias para fazer vários comentários sobre várias coisas e, bem, acabou na preguiça descomunal que me habita. Coisas que hoje, por exemplo, está mais forte do que nunca! Ainda mais depois de tomar meu clássico remédio de alergia (bom, pelo menos eu não estou me coçando, né.)

Mas vamos ao que interessa!

Acho que primeiro devo comentar da minha raiva fulminante de ter uma droga de um show de graça dos Rolling Stones (antes fosse pago e desdente) e não ter um pagante do U2 aqui no Rio. Hoje, até sonhei que tinha gasto R$500,00 por um ingresso do show e, pelo que deu a entender, este era no Rio. Hehe, quem dera! Mas enfim, voltando a minha indignação: droga! Eu não vou ao show porque: 1 não tenho "din" pra esbanjar e 2 o que esse povo tem na cabeça? R$200,00 (ou mais nem tenho mais idéia) por um show que ainda vou ter que gastar uma baita grana de deslocamento? Tô fora!

(Mas bem que eu queria estar lá gritando "1, 2, 3, 14 !")

(Momento de reflexão...)

Com isso eu fico pensando na época em que eu tinha a minhas loucuras de fã incondicional que era de Backstreet Boys e NSYNC. Já gastei tanta grana com essa brincadeira que hoje eu até compraria um fusca usado, tipo 70, bem interessante, se duvidar! Mas foi uma fase maravilhosa da minha vida. Não me arrependo de nada. Aliás, até voltaria atrás um pouquinho só para reviver algumas cenas memoráveis das minhas aventuras de fã (nática)!

Opa, opa perdi o fio da meada! Desculpe-me! Lembrei tanto das coisas que fiz que até esqueci que estava escrevendo sobre outro assunto. Então, voltando...

Estou aqui no trabalhando ouvindo as pessoas comentarem do show do U2 em SP. "Porque eu vou assim", "Fulano vai assado" e "Blábláblá". Acredito que vá ser um show e tanto, mas vou ter que esperar me tornar financeiramente estável (entenda isso como bem de vida, endinheirada ou, simplesmente, rica!) para viajar para algum país distante e assistir ao um show deles "somewhere over the rainbow". Quem sabe um dia? Acredito ter muitos ainda pela frente.

Quanto ao que mais me intriga é o curioso show dos Rolling Stones gratuito na praia de Copacabana, aqui no Rio. Vai entender... No mínimo nosso governo está muito bem, obrigado de saúde financeira, não é mesmo? Ainda não entendi muito bem qual é a função real disso (politicagem ou não), mas sei que toda a América do Sul adorou a iniciativa, isso é uma grande verdade. Se duvidar, amigo, vai ter mais gente aqui na data do show do que em véspera de Ano Novo! Vai ser de fato uma loucura! E por causa disso eu mesma não sei se ou ter coragem (sim, coragem) de ir no show "grátis" que vamos ter por aqui.


(Continua...)


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Quarta-feira, Novembro 16, 2005

Olá.

Não é que eu esteja com muita vontade de escrever, muito menos tenha grandes assuntos pra discutir ou colocar em pauta. Pelo contrario, ultimamente eu só penso na mesma coisa. Também não estou lá muuuito filosofica ou revolucionária, apenas ando pensativa (da mesma coisa). Na verdade, eu não queria falar muito do que ando pensando não. Vim aqui hoje pra começar a escrever sem rumo e ver no que que dá. Até mesmo pra parar de pensar um pouquinho na droga do assunto de sempre (que obviamente é relacionamento). Mas pelo visto é complicado mudar de assunto. Até mesmo quando se quer.

É estranho quando a gente se pega interessado por uma pessoa, não é mesmo? Só pensa nisso, só fala disso, se torna repetitivo, chato, enjoativo e taxativo; é a pessoa ou mais ninguém. Só que como Murphy está ai para impor suas leis, eis a questão: as pessoas não se interessam por outras que sintam a mesma coisa. Ou quase nunca. É sempre o mesmo parto, a mesma história. Um gosta e o outro não gosta. Ou gosta, mas está longe. Ou ainda, "você é a pessoa certa na hora errada". Não que eu não acredite nisso, mas se for pensar bem as pessoas não surgem nas nosas vidas à toa, muito menos na hora errada. O momento pode até não ser o certo para se estar junto, mas a hora do surgimento nunca é errado. Bom, pelo menos eu acredito nisso.

Normalmente a gente tem a oportunidade e fazer escolhas na vida. Gostaria de poder fazer as escolhas certas na hora de conhecer e me interessar por pessoas do sexo oposto. Falando um pouquinho (bastante) de mim e dos meus sentimentos, gostaria de conhecer uma pessoa capaz de me fazer acreditar que as histórias romanticas que eu idealizo podem ser reais. Ok, eu sei que elas não existem, mas eu gostaria de acreditar um pouco mais nisso. Eu costumo fantasiar demais as coisas. Costumo acreditar que a vida é um conto de fadas e que um dia eu vou realmente achar um principe encantado capaz de me fazer sentir a mulher mais feliz e protegida do mundo. Capaz de me fazer pequenas surpresas e realizar pequenas coisas que contam muito mais que um caminhão de diamantes.

Alias, falemos nisso.

Eu juro que gostaria de entender por que as pessoas (em específico os homens) (não todos, mas a maioria) não conseguem ver que as pequenas coisas são tão e mais importantes que grandes presentes. Um abraço pode ser (e é) mais valioso que um beijo de 10 minutos. Um flor roubada do jardim do vizinho pode ser (e é) mais carinhoso do que um buquê enorme de flores. Um olhar pode ser (e é) mais excitante que muitos toques. Um "senti tanto a sua falta" pode ser (e é) mais romântico do que um "eu te amo", que alias anda tão mal falado por ai.

Gosto das coisas simples de um romance. Gosto de pensar carinhosamente na pessoa com quem me envolvo. Alias, gosto de ter alguém para pensar nas horas vagas, nas horas de aperto, nas horas de saudades, nas horas felizes, nas horas triste... E saber que o fato de pensar naquela pessoinha me faz abrir um sozinho, sem eu mesma saber porque.

Ser feliz.

A própria música que embala essa redação já diz muito por si só (e especialmente por mim): "Vem querendo ser feliz". Sabias palavras na voz de Maria Rita. Uma música simples, gostosa de se ouvir e muito representativa. Bom, pelo menos na atual conjuntura, eu me encaixo como um Lego nela. Ou seria quebra-cabeça?! Do jeito que o assunto não sai da minha cabeça, acho que fico com a segunda opção.

Bem, é isso. Já falei demais... Como sempre... Como nunca...


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Segunda-feira, Outubro 17, 2005

Em plena aula de Computação Gráfica (e pouca vontade de fazer exercícios de InDesign), venho aqui escrever um pouco sobre...Sobre nada em específico. Segunda-feira, de manhã, nada melhor do que falar sobre nada. A semana está começando e certamente muitas novidades rotineiras diárias estão por vir.

Ok, está parecendo um discurso meio mal humorado ou depressivo, mas não é não. Tem coisa mais complicada do que levantar segunda-feira, às 6h30 da manhã e descobrir que você está atrasada?! Admito que já acordei estressada.

Mas, enfim, passando dessa fase, voltemos a falar sobre nada.

Este fim de semana que passou eu fiz nada. Nada do de costume, apesar de que a muito pouco tempo atrás eu diria que fiz exatamente o mesmo de sempre. Aproveitei o fim de semana com os meus pais, terminei de ler 2 livros pendentes e comecei um novo (sendo que tenho alguns na fila de espera), não fiquei muito tempo no computador e fiz compras. À muito tempo não fazia isso. É até estranho para mim pensar que a muito pouco tempo atrás isso seria um saco, rotineiro, nada novo. E do nada volto a fazer o mesmo de antes com saudades e satisfação. É muito bom ter um tempinho pra velha rotina também.

De alguma forma não fazer nada também é muito bom. Não fazer nada, não pensar em nada, esquecer daqueles probleminhas que não saem da sua cabeça, não ver as mesmas pessoas, fugir um pouquinho do mundo de sempre e não falar sobre nada é realmente... interessante.

Nada como não ter nada de muito importante na cabeça. Nada como tentar levar a vida de maneira menos complicada. Nada como não falar nada construtivo. Até porque, em plena segunda-feira já falar de filosofia humana não vai me levar a nada.

Nada a declarar.


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